A gente se encontrou no tatame e, no dia 13 de agosto, virou namoro — e nunca mais se soltou, nem no abraço, nem na dança.
Não foi num jantar, nem numa festa. Foi no meu treino de jiu-jitsu — quimono, suor e aquele cansaço bom. Entre um treino e outro veio a conversa, depois a risada, e quando eu vi já era ela quem eu procurava.
O tatame nos apresentou. Uma coincidência que virou rotina, e a rotina virou nós dois.
O dia em que eu te pedi em namoro. Nossa data — a que a gente comemora todo ano, só nós dois.
Descobri que além de parceira de treino ela é a minha rainha de arraiá. E aí não teve mais jeito.
Treino, dança, rolê e dia a dia. Tudo com ela do lado.
Treinar com meu amor é outra coisa. É companheirismo em forma de esporte: a gente aprende junto, erra junto, se corrige, se puxa pra cima e comemora cada evolução como se fosse dos dois — porque é.
O treino que começou como rotina virou o lugar mais importante da nossa história.
No drill, no rola, na respiração pesada do fim do treino. Confiança se constrói assim.
Cada grau, cada faixa, cada detalhe novo aprendido — dividido com ela.
“No tatame eu aprendi que a melhor parceria não é a que te deixa ganhar — é a que te faz melhor.”
GuilhermeClique numa foto para ver maior.
Se tem uma coisa que eu amo tanto quanto treinar, é dançar quadrilha com ela. Bandeirinha, sanfona, aquele “olha a chuva!” e a gente rodando de mãos dadas. Não importa quem esteja no arraiá: pra mim a rainha é sempre a mesma — meu amor.
Coroa merecida. Ela brilha na dança do mesmo jeito que brilha em tudo.
Anarriê, balancê e o passo errado que a gente disfarça rindo. Isso é felicidade.
Clique numa foto para ver maior.
Chamo você de rainha na quadrilha porque é ali que todo mundo vê o que eu já sabia: você entra e o lugar inteiro fica mais bonito. Mas a coroa não é só do arraiá — é de todo dia.
É rainha no tatame, quando não desiste de um treino difícil. É rainha no dia comum, quando cuida de tudo e de todos sem ninguém pedir. E é rainha aqui, dentro de mim, num lugar onde não tem disputa: o trono é seu e sempre foi.
Te pedir em namoro no dia 13 de agosto foi a melhor decisão da minha vida. E te escolher todo dia, desde então, não é acaso nenhum — é o que eu mais quero.
Não é só festa e competição. É o boa-noite, o áudio grande demais, a comida dividida, a preguiça do domingo e o plano do próximo treino. É nesse comum que a gente é mais nós dois.
Conversa de todo dia, mensagem sem motivo e aquele apoio que não precisa pedir.
Depois do treino, o sofá, a série e o silêncio confortável.
A vida real também tem rola — e nela a gente joga do mesmo lado.
Do arraiá ao rolê improvisado de última hora: com ela qualquer programa fica melhor. Sair pra comer, andar sem destino, festa, viagem curta ou só um passeio à toa — o que vale é a companhia.
Aquele que a gente planeja a semana inteira e conta os dias.
“Bora?” — e cinco minutos depois já estamos na rua.
Nossa parte favorita de qualquer programa, sejamos sinceros.
Clique numa foto para ver maior.
Do treino de jiu-jitsu à quadrilha, dos rolês ao dia a dia: obrigado por dizer sim e dividir o tatame, a dança e a vida comigo. Te amo, minha rainha.